FÉLIX CHAVES
TUDO VALE A PENA, SE A ALMA NÃO É PEQUENA
CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
LinksLinks
Textos

O BANQUETE.
   O banquete era servido, vagabundos enrustidos, malfeitores e ladrões.
   Todos participavam, dando plenas gargalhadas debochando do povão.
   A gravata era de seda, o bife à milanesa, champanhe à francesa e nas maletas hum milhão.
   Todos bem enfarpelados, discutiam em altos brados o destino da nação.
   E  lá  de fora, Zé Pedreiro, olhando atordoado, sem entender quase nada, porque todos se chingavam?
    E  pensava tristemente coitado deles, faltou escola e educação.
   Olhava incrédulo como pude perder tempo elegendo essa gente? Que vergonha que decepção.
   E o banquete continuava.
   Os cachorros mudavam, mas a mesa do sistema continuava.
Felix Chaves
Enviado por Felix Chaves em 03/04/2018
Alterado em 03/04/2018
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras